sexta-feira, 8 de junho de 2012

FUNDAMENTAÇÃO TÉCNICA:
MATERIAL COLETIVO DE SALVAMENTO EM ALTURAS
Cordas
Podemos assegurar que, dentro da vertente de segurança, a corda é o elemento mais
importante para o bombeiro nas atividades de salvamento em alturas, o que lhe
garante uma maior atenção, além de cuidados de manutenção e acondicionamento redobrados


quinta-feira, 7 de junho de 2012

RESGATE COMPLEXO
Trata-se do resgate de vítimas que apresentam grandes lesões, como: suspeita de fratura
na coluna, no fêmur ou no úmero; hemorragias importantes; traumatismo craniano ou
abdominal, etc. Deve ser realizado por uma equipe de no mínimo quatro bombeiros.
Técnicas de içamento
Em certas condições, a vítima deverá ser removida de alguma depressão natural ou
estrutura urbana. Seja qual for a situação, o içamento de uma maca, as vezes
acompanhada de um socorrista, é tarefa pesada para qualquer equipe, exigindo perfeito
domínio da utilização de roldanas, blocantes e sistemas de multiplicação de força.
A multiplicação de forças está relacionada ao número de roldanas móveis no sistema.
Normalmente utiliza-se o sistema 3:1, onde o peso do objeto ou da vítima a ser içada é
reduzido a um terço do valor original. Os demais sistemas que oferecem uma
multiplicação maior também demandam mais materiais, o que os inviabiliza.





quarta-feira, 6 de junho de 2012

Resgate acessando a vítima por baixo e sem cabo extra
i) Subir com blocantes até a vítima;
ii) Clipar longe menor na vítima;
iii) Transpor a vítima;
iv) Equipar o outro blocante no cabo;
v) Pegar o cabo abaixo da vítima, fazer uma alça e conectar no punho;
vi) Equipar oito e blocar;
vii) Retirar blocantes ventral e de punho;
viii)Passar estribo no punho de resgate e clipar na vítima;
ix) Fazer pêndulo e conectar minilonge na vítima;
x) Desfazer blocagem e descer.

d) Resgate acessando a vítima por baixo com cabo extra
i) Subir com blocantes até a vítima;
ii) Transpor a vítima;
iii) Equipar punho de resgate;
iv) Clipar estribo e a ponta do cabo extra na vítima;
v) Fazer pêndulo;
vi) A segurança ajusta e trava o cabo extra;
vii) Soltar o oito da vítima;
viii)A segurança desce a vítima;
ix) Mudar de subida para descida;
x) Recuperar material e descer



terça-feira, 5 de junho de 2012

Descida no mesmo cabo da vítima - VALDOTAN
i) Trançar o valdotan no cabo da vítima e descer até o ponto em que se possa
alcança-la com braço;
ii) Passar o longe maior por dentro do mosquetão do valdotan e clipar na
cadeirinha da vítima;
iii) Apoiar com os pés na vítima e retirar o mosquetão do socorrista que está
preso ao mosquetão do valdotan. O socorrista e vítima ficarão unidos
apenas pelo longe maior que estará com o seio preso ao valdotan;
iv) Nivelar a vítima na mesma altura do socorrista;
v) Clipar o mini-longe na vítima;
vi) Recolher o oito da vítima, a mesma ficará presa no longe maior e no mini
longe do socorrista;
vii) Equipar oito e mola no cabo e fazer uma blocagem. Utilizar mola de
redução;
viii)Descer o valdotan até tensionar o oito;
ix) Desfazer a blocagem e descer puxando o valdotan como segurança extra.



segunda-feira, 4 de junho de 2012

Autoresgate preservando o cabo da vítima:
a) Socorrista descendo em outro cabo
i) Fazer ancoragem, lançar um cabo de descida, e descer próximo a vitima
utilizando o longe curto conectado ao cabo da mesma;
ii) Descer até a vítima usando mola de redução;
iii) Fazer blocagem (nó de mula) quando estiver próximo à vítima, tomando
cuidado para ficar um pouco acima da mesma;
iv) Equipar o longe maior na cadeira da vítima;
v) Equipar o blocante punho no cabo de descida
vi) Passar o estribo (singelo) dentro da mola do blocante punho e conectar a
ponta na cadeira da vítima;
vii) Pisar no estribo e içar a vítima, alinhando-a na mesma altura que o
socorrista;
viii) Clipar o mini-longe na cadeirinha da vítima, ficando o peso desta no minilonge;
ix) Recuperar e retirar o ascensor de punho
x) Retirar o oito da vítima;
xi) Desblocar e descer;