sexta-feira, 13 de julho de 2012


Tipos de Mosquetões
Gatilho reto sem rosca 25 kN 
Formato em "D" assimétrico, usado normalmente em uma das extremidades da costura, pois pelo seu formato possui um momento de resistência de força maior do que qualquer outro.


quinta-feira, 12 de julho de 2012

NÓ BLOCANTE MACHARD – Com as mesmas características práticas do
Prussik, mas com uma significante diferença na confecção, o Machard pode ser feito
com cordeletes ou fitas tubulares, sem anular sua eficiência.
NÓ



quarta-feira, 11 de julho de 2012

Consiste na ascensão pela autoblocagem do aparelho na corda,na qual o escalador, com o auxílio de um dos materiais descritos a seguir, ascende por uma corda. 
Os materiais são: punho com estribo,ou estribo com um nó bloqueador ou com a extremidade da própria cordade ascensão empregando o nó italiano.

Descrição da técnica
A ascensão com o gri gri deve seguir aos seguintes procedimentos:
-verifique se a corda está fixa.
- execute a inserção da corda no material.
- ajuste a corda ao peso,deixando-a sob tensão.
- prepare o estribo.
- tome posição em pé no material que preparou para servir como estribo.
- à medida que você vai tomando a posição em pé, vá,automaticamente, ajustando a corda no gri gri, puxando essa sentido acima, evitando folga.
- sente-se na cadeirinha e eleve o estribo para uma nova posição de bloqueio.
- execute esses movimentos alternados até concluir a ascensão.
- ao chegar ao final da ascensão, atente para sair primeiro do grigri, usando sempre o estribo como apoio principal de saída e como sua segurança.


terça-feira, 10 de julho de 2012

Porque "HMS" ???

Esta sigla de mosquetão é amplamente falada por muitos escaladores, porém nem todos conhecem seu significado. A sigla vem do alemão e significa "Halb Mastwurf Sicherung", ou seja, é o nome dado a um nó dinâmico que aqui no Brasil conhecemos como nó dinâmico UIAA. Portanto os mosquetões HMS ou pêra foram concebidos para serem utilizados com este nó que serve para asseguramento de um escalador ou descida de rapel quando por exemplo perdemos por descuido um dispositivo de freio

segunda-feira, 9 de julho de 2012


Acesso por cima: 
O acesso à vítima quando é realizado por cima, torna-se menos complexa a operação, principalmente quando o socorrista simplesmente continuará descendo com ela. 
Desenvolvimento e procedimentos a serem adotados
:- providencie a ancoragem e lance a corda;desça até a vítima e se posicione um pouco acima de onde elase encontra;
- faça a blocagem tomando o cuidado de permanecer um pouco acima da vítima (cerca de 50 cm do acento da vítima)
- clipe o longe maior na cadeirinha da vítima (como segurança);
- insera o blocante de punho no cabo que está descendo;
- passe o estribo pelo mosquetão preso ao blocante;
- conecte uma extremidade por meio de um mosquetão àcadeirinha da vítima;
- pise na alça do estribo içando a vítima em sua direção (fazendoum contrapeso);
- clipe o mini longe na cadeirinha da vítima e alivie o estribo, atéque ela fique completamente no mini longe;
- retire a peça oito da vítima;- retire o punho, desbloqueia e desça com a vítima.

Observação:Para acesso à vítima por baixo, você deve unir a técnica de ascensão e inversão para descida e empregar os procedimentos da técnica anterior.

uso da corda pararela para ter acesso à vítima, onde:
1 – cabo de sustentação da vítima 
2 – cadeirinha da vítima com a peça oito blocada
3 – longe curto do socorrista (poderá ser empregada uma costura)
4 – cadeirinha do socorrista com o oito blocado
5 – estribo (efeito polia)
6 – punho blocante
7 – cabo de sustentação do socorrista