Finalidade. O grupo Limite Vertical-Rappel Adventure, tem a finalidade de incentivar e prover esportes de aventura de forma segura e responsável. Aventuras essas, que sempre estão em contato com a natureza também conhecida como “Eco-Aventura”. A Limite Vertical-Rappel Adventure Realiza as seguintes atividades: Rapel, Cascading, Tirolesa, Montanhismo, Camping e o Trekking.
sábado, 29 de setembro de 2012
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Auto-segurança no Rappel
Além dos cuidados que devem ser tomados na montagem da descida, é recomendável que cada praticante (principalmente o primeiro a descer) também monte uma segurança complementar.
A auto-segurança pode ser feita utilizando-se nós blocantes (prusik, machard e autoblock), ou aparelhos como o Shunt, fabricado pela Petzl. A vantagem de se usar os nós blocantes é que eles são simples, seguros, leves e baratos.
O nó blocante trava a queda do escalador caso ele perca o controle da velocidade de descida, prendendo-se à corda por atrito, ao ser submetido a uma tensão maior - peso do escalador.
Para fazer o nó, é necessário possuir uma alça de cordelete, com diâmetro de 5,6 ou 7mm e medindo entre 1m a 1,5m, cujas pontas são unidas através do nó de pescador duplo formando uma laçada fechada. Essa alça deve ser enrolada em espiral diretamente na corda
sábado, 22 de setembro de 2012
Manutenção e vida útil de uma corda
A manutenção e vida útil de uma corda dependem:
1) da freqüência de utilização;
2) da forma de emprego (rapel, escaladas, espéleo, sob tensão,
etc.);
3) da sua manutenção adequada;
4) do excesso de trabalhos mecânicos;
5) dos processos de abrasão sofridos por ela; e
6) da quantidade de raios ultravioletas e umidade que ela
absorve, tendo em vista que eles degradam, pouco a pouco, as
propriedades da corda.
As cordas podem sofrer danos irreparáveis durante sua primeira
utilização, de acordo com os trabalhos executados.
Como avaliar a vida útil de uma corda
As formas de avaliação de uma corda são inúmeras, dentre elas
algumas são de suma importância para definir a sua capacidade de
utilização, bem como o tempo destinado para o emprego das cordas.
Uso intensivo..................................... de 3 meses a 1 ano.
Uso semanal...................................... de 2 a 3 anos.
Uso ocasional.................................... de 4 a 5 anos.
Deverá ser sempre observada a sua operacionalidade, tais como
o uso em: meio líquido, atividades de incêndio, buscas, trações e
tensões, içamentos diversos e até mesmo as formas em que elas são
empregadas nas atividades de rapel.
Situações em que as cordas deverão ser postas fora do
serviço (da atividade-fim)
Existem determinadas situações que levam a corda a ser
inutilizada para a atividade de salvamento, pois sua permanência em
atividades implica em risco à vida do usuário e ao salvamento. Entre
as mais importantes, temos aquelas em que a corda:
1) tiverem suportado uma carga ou impacto violento ou uma
sobrecarga (força superior a carga de trabalho);
2) aparentarem a alma danificada. Essa observação é feita
durante a inspeção da corda. Nesse caso, corta-se a corda.
3) apresentarem grande desgaste na capa; e
4) tiverem contato com reagentes químicos.
Durante a utilização, manutenção e cuidados, evita-se:
- a fricção da corda com quinas (cantos com ângulos) vivas e com
outras cordas.
- pisar nas cordas ou arrastá-las
o contato da corda com areia, terra, óleo, graxa, água suja
etc.
substâncias que devem ser evitadas no contato com a corda
- que a corda fique sob tensão por muito tempo ou desnecessariamente.
- que a corda fique exposta às intempéries por muito tempo
A manutenção e vida útil de uma corda dependem:
1) da freqüência de utilização;
2) da forma de emprego (rapel, escaladas, espéleo, sob tensão,
etc.);
3) da sua manutenção adequada;
4) do excesso de trabalhos mecânicos;
5) dos processos de abrasão sofridos por ela; e
6) da quantidade de raios ultravioletas e umidade que ela
absorve, tendo em vista que eles degradam, pouco a pouco, as
propriedades da corda.
As cordas podem sofrer danos irreparáveis durante sua primeira
utilização, de acordo com os trabalhos executados.
Como avaliar a vida útil de uma corda
As formas de avaliação de uma corda são inúmeras, dentre elas
algumas são de suma importância para definir a sua capacidade de
utilização, bem como o tempo destinado para o emprego das cordas.
Uso intensivo..................................... de 3 meses a 1 ano.
Uso semanal...................................... de 2 a 3 anos.
Uso ocasional.................................... de 4 a 5 anos.
Deverá ser sempre observada a sua operacionalidade, tais como
o uso em: meio líquido, atividades de incêndio, buscas, trações e
tensões, içamentos diversos e até mesmo as formas em que elas são
empregadas nas atividades de rapel.
Situações em que as cordas deverão ser postas fora do
serviço (da atividade-fim)
Existem determinadas situações que levam a corda a ser
inutilizada para a atividade de salvamento, pois sua permanência em
atividades implica em risco à vida do usuário e ao salvamento. Entre
as mais importantes, temos aquelas em que a corda:
1) tiverem suportado uma carga ou impacto violento ou uma
sobrecarga (força superior a carga de trabalho);
2) aparentarem a alma danificada. Essa observação é feita
durante a inspeção da corda. Nesse caso, corta-se a corda.
3) apresentarem grande desgaste na capa; e
4) tiverem contato com reagentes químicos.
Durante a utilização, manutenção e cuidados, evita-se:
- a fricção da corda com quinas (cantos com ângulos) vivas e com
outras cordas.
- pisar nas cordas ou arrastá-las
o contato da corda com areia, terra, óleo, graxa, água suja
etc.
substâncias que devem ser evitadas no contato com a corda
- que a corda fique sob tensão por muito tempo ou desnecessariamente.
- que a corda fique exposta às intempéries por muito tempo
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Prusik:
nó blocante utilizado para estabelecer um ponto de tração em determinada posição na corda.
Para executar o nó recomenda-se no mínimo que seja confeccionado com 3 voltas.
Não deve se utilizar em ambientes aquáticos.
Recomenda-se que o diâmetro do cordelete utilizado para este nó tenha em torno de 60% a 70% do diâmetro da corda principal.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Equalizando Ancoragens
A equalização correta de ancoragens reduz potencialmente a carga imposta a cada
proteção através da distribuição da carga (peso). Este é um procedimento de grande utilidade na escalada em rocha, principalmente quando as ancoragens são móveis. O princípio da equalização fundamenta-se no seguinte pensamento: duas proteções que, funcionando isoladamente,provavelmente não suportariam com muita eficiência a carga de uma queda imposta a elas,quando combinadas corretamente, serão mais fortes e suportarão uma maior sobrecarga.
Tendo isso em vista, toda ancoragem, independente de sua natureza; top-hope, rapel,
fixas ou móveis, devem seguir o conceito F.R.E.S.E., que significa:
Forte – Bons sistemas de ancoragens são construídos com proteções sólidas, como uma proteção fixa, uma peça bem entalada ou um bloco imóvel;
Redundante – Sistemas de ancoragens precisam ser montados com múltiplos componentes,pois, no caso de uma proteção falhar, as outras não falharão;
Equalizada – Montar um sistema de ancoragens onde a carga é distribuída para todos os pontos de proteção, reduzindo assim a chance de um deles falhar;
Sem Extensão – O sistema de ancoragem deve ser elaborado de forma tal que, no caso de um dos pontos de proteção falhar, os pontos remanescentes não sofram cargas dinâmicas ou trancos.
A partir desse conhecimento, torna-se necessário o aprendizado desse procedimento e sua distribuição correta para aumentar a segurança dos praticantes de escalada em rocha. Existem inúmeras formas de se realizar uma equalização. Neste primeiro momento nos centraremos na equalização de proteções fixas.
A melhor forma de se equalizar uma ancoragem composta por dois pontos de proteção é a equalização em V .
No entanto, têm-se observado inúmeras outras formas perigosas de
equalização, como o triângulo americano , também conhecido como triângulo da morte,
visto sua baixa eficiência e inúmeros pontos falhos a serem destacados.
Um dos pontos principais a ser observado em uma equalização é a angulação formada
entre as proteções. Uma regra deve ser sempre lembrada: quanto maior o ângulo formado, maior será a sobrecarga imposta à ancoragem
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